Analytics · Automação · IA aplicada

IA e dados só importam quando melhoram uma decisão.

A Senge desenha soluções de analytics, automação e IA aplicada para transformar estimativas, sinais e respostas de modelos em decisões mais claras, operáveis e responsáveis.

Primeiro entendemos a decisão, o risco e o fluxo. Depois escolhemos a menor solução útil.

O problema

Modelo não é decisão.

Um modelo pode estimar que uma transação tem 87% de chance de ser fraude. Isso ainda não diz o que a empresa deve fazer.

Bloquear pode impedir uma fraude, mas também pode barrar uma compra legítima. Liberar pode preservar a experiência do cliente, mas aumentar perda financeira. Pedir revisão humana pode reduzir erro, mas cria custo e fila.

A decisão real está nesse ponto: que ação tomar, com qual nível de risco, em qual contexto e com qual custo aceitável.

Nossa tese

Começamos pelo resultado, não pela tecnologia.

“Queremos usar IA no atendimento” ainda é amplo demais. Atendimento pode significar reduzir tempo de primeira resposta, aumentar resolução no primeiro contato, identificar clientes em risco, melhorar consistência das respostas, diminuir backlog ou treinar melhor a equipe.

Cada objetivo pede um desenho diferente. Às vezes o melhor caminho é um classificador; em outros casos, uma base de conhecimento com RAG; em fluxos mais complexos, um agente com ferramentas e pontos de controle. Se campos estruturados resolvem, uma regra simples pode ser melhor.

A escolha certa é a menor solução que melhora a decisão.

O que fazemos

Sistemas de decisão com dados, analytics e IA aplicada.

1

Decisão

Qual decisão precisa melhorar? Quem decide? Em que momento? Com quais consequências?

2

Evidência

Quais dados, documentos, eventos, métricas e sinais sustentam essa decisão?

3

Critério

O que conta como acerto, erro aceitável, atraso ou custo excessivo?

4

Sistema

A melhor solução é regra, dashboard, automação, classificador, RAG, agente ou composição?

5

Operação

Como revisar, medir, corrigir, documentar e evoluir o sistema sem improviso?

Frentes de trabalho

Onde a Senge pode ajudar.

Analytics e mensuração

Diagnóstico de métricas, eventos, funis, tracking e consistência analítica.

IA aplicada e automação

Casos de uso ligados a decisões reais, com limites, revisão humana e critérios de confiança.

RAG e bases de conhecimento

Organização de documentos e fluxos em que respostas são sustentadas por trechos recuperados.

Agentes e workflows

Avaliação de quando agentes fazem sentido e desenho de ferramentas, permissões e controles.

Documentação e governança leve

Mapas de decisão, critérios de aceite, limites conhecidos e playbooks operacionais.

Princípios

O que guia o trabalho.

  1. IA não substitui critério. Decisão considera custo, risco, prioridade e responsabilidade.
  2. A solução começa pequena. Se uma regra simples resolve, não faz sentido criar um agente.
  3. Todo output precisa de uso. Resposta bonita que não melhora decisão vira ruído.
  4. Confiança precisa ser desenhada. Revisão, limites e monitoramento entram desde o começo.
  5. Dados e linguagem trabalham juntos. Métricas mostram sinais; documentos dão contexto.

Próximo passo

Antes de perguntar “qual modelo usar?”, pergunte “qual decisão precisa melhorar?”

Essa é a diferença entre uma demonstração interessante e um sistema útil. Traga um fluxo, uma dúvida ou uma decisão recorrente. A primeira conversa é para entender se IA realmente é o caminho — e qual seria o menor próximo passo útil.

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